Terceira dose da Pfizer tem eficácia de 96,5% contra a Covid, diz estudo
Um estudo de fase 3 mostrou que a terceira dose da vacina desenvolvida por Pfizer e BioNTech é 96,5% eficaz na proteção contra o coronavírus, informaram as duas empresas nesta quinta-feira (21), com base em resultados preliminares. Os testes contaram com 30 mil participantes que já haviam completado o ciclo vacinal do imunizante. Parte deles recebeu 30 mg de uma dose de reforço e o restante, um placebo, em um intervalo de aproximadamente 11 meses após a injeção anterior. Não houve eventos adversos severos, de acordo com o ensaio. Os dados ainda serão revisados por especialistas antes de ser publicados em revista médica. As farmacêuticas afirmam que pretendem submetê-los à Administração de Medicamentos e Alimentos (FDA, na sigla em inglês) dos Estados Unidos, à Agência Europeia de Medicamentos (EMA) e a outros reguladores "o mais breve possível". "Além de nossos esforços para aumentar o acesso global [à vacina] e a aceitação [dela] entre os não vacinados, acreditamos que as doses de reforço têm um papel crítico a desempenhar no enfrentamento da ameaça contínua à saúde pública desta pandemia", disse o CEO da PFizer, Albert Bourla. Os resultados são divulgados em um momento em que vários governos já começam a aprovar a aplicação de novas doses das vacinas, mesmo sem a conclusão das pesquisas. Nos EUA, a FDA concedeu autorização a doses de reforços dos profiláticos de Moderna, Johnson & Johnson e da própria Pfizer para pessoas com mais de 65 anos ou de 18 a 64 anos com alto risco de contrair a doença. A OMS (Organização Mundial da Saúde) tem reiterado os apelos aos países para que priorizem a vacinação global antes de começarem a reforçar a imunização de quem já está vacinado. O experimento de transplante de rim da NYU deve abrir caminho para testes em pacientes com insuficiência renal em estágio terminal, possivelmente no próximo ano ou dois, disse Montgomery, que é um transplantado de coração. Esses ensaios podem testar a abordagem como uma solução de curto prazo para pacientes gravemente doentes até que um rim humano se torne disponível, ou como um enxerto permanente.O experimento atual envolveu um único transplante, e o rim foi deixado no lugar por apenas três dias, então quaisquer testes futuros provavelmente descobrirão novas barreiras que precisarão ser superadas, disse Montgomery. Os participantes provavelmente seriam pacientes com baixas chances de receber um rim humano e um prognóstico ruim sobre diálise.'Para muitas dessas pessoas, a taxa de mortalidade é tão alta quanto para alguns cânceres, e não pensamos duas vezes sobre usar novas drogas e fazer novos testes [em pacientes com câncer] quando isso pode lhes dar um par de meses a mais de vida', disse Montgomery Pela primeira vez, o rim de porco foi transplantado em um humano sem desencadear rejeição imediata pelo sistema imunológico do receptor, um avanço potencialmente grande que pode ajudar a aliviar uma terrível escassez de órgãos humanos para transplante. O procedimento, feito na NYU Langone Health, em Nova York, envolveu o uso de um porco cujos genes haviam sido alterados para que seus tecidos não contivessem mais uma molécula conhecida por desencadear rejeição quase imediata. O receptor era uma paciente com morte cerebral com sinais de disfunção renal cuja família consentiu com o experimento antes de ela ser retirada do suporte de vida, disseram pesquisadores à Reuters Durante três dias, o novo rim foi anexado aos vasos sanguíneos e mantido fora de seu corpo, dando aos pesquisadores acesso a ele. Os resultados dos testes da função do rim transplantado 'pareciam bastante normais', disse o cirurgião de transplantes Dr. Robert Montgomery, que liderou o estudo.O rim fez 'a quantidade de urina que você esperaria' de um rim humano transplantado, disse ele, e não havia evidência da rejeição vigorosa e precoce vista quando rins de porco não modificados são transplantados em primatas não humanos O nível anormal de creatinina do receptor — um indicador de má função renal — voltou ao normal após o transplante, disse Montgomery. Nos Estados Unidos, cerca de 107 mil pessoas estão à espera de transplantes de órgãos, sendo que mais de 90 mil aguardam um rim, de acordo com a United Network for Organ Sharing. O tempo de espera para um rim é em média de três a cinco anos.Pesquisadores trabalham há décadas na possibilidade de usar órgãos animais para transplantes, mas têm sido instigados sobre como evitar a rejeição imediata pelo corpo humano A equipe de Montgomery estudou que mexer no gene do porco por um carboidrato que desencadeia a rejeição — uma molécula de açúcar, ou glicano, chamada alfa-gal — evitaria o problema. O porco geneticamente alterado, apelidado de GalSafe, foi desenvolvido pela United Therapeutics Corp's (UTHR) e aprovado pela Food and Drug Administration dos EUA, em dezembro de 2020, para uso como alimento para pessoas com alergia a carne e como fonte potencial de terapêutica humana.Os produtos médicos desenvolvidos a partir dos suínos ainda exigiriam aprovação específica da FDA antes de ser usados em humanos, disse a agência. Outros pesquisadores estão considerando se os porcos GalSafe podem ser fontes de tudo, desde válvulas cardíacas até enxertos de pele para pacientes humanos O experimento de transplante de rim da NYU deve abrir caminho para testes em pacientes com insuficiência renal em estágio terminal, possivelmente no próximo ano ou dois, disse Montgomery, que é um transplantado de coração. Esses ensaios podem testar a abordagem como uma solução de curto prazo para pacientes gravemente doentes até que um rim humano se torne disponível, ou como um enxerto permanente.O experimento atual envolveu um único transplante, e o rim foi deixado no lugar por apenas três dias, então quaisquer testes futuros provavelmente descobrirão novas barreiras que precisarão ser superadas, disse Montgomery. Os participantes provavelmente seriam pacientes com baixas chances de receber um rim humano e um prognóstico ruim sobre diálise.'Para muitas dessas pessoas, a taxa de mortalidade é tão alta quanto para alguns cânceres, e não pensamos duas vezes sobre usar novas drogas e fazer novos testes [em pacientes com câncer] quando isso pode lhes dar um par de meses a mais de vida', disse Montgomery Pela primeira vez, o rim de porco foi transplantado em um humano sem desencadear rejeição imediata pelo sistema imunológico do receptor, um avanço potencialmente grande que pode ajudar a aliviar uma terrível escassez de órgãos humanos para transplante. O procedimento, feito na NYU Langone Health, em Nova York, envolveu o uso de um porco cujos genes haviam sido alterados para que seus tecidos não contivessem mais uma molécula conhecida por desencadear rejeição quase imediata. O receptor era uma paciente com morte cerebral com sinais de disfunção renal cuja família consentiu com o experimento antes de ela ser retirada do suporte de vida, disseram pesquisadores à Reuters 1 / 5 https://www.r7.com/zySc Pela primeira vez, o rim de porco foi transplantado em um humano sem desencadear rejeição imediata pelo sistema imunológico do receptor, um avanço potencialmente grande que pode ajudar a aliviar uma terrível escassez de órgãos humanos para transplante. O procedimento, feito na NYU Langone Health, em Nova York, envolveu o uso de um porco cujos genes haviam sido alterados para que seus tecidos não contivessem mais uma molécula conhecida por desencadear rejeição quase imediata. O receptor era uma paciente com morte cerebral com sinais de disfunção renal cuja família consentiu com o experimento antes de ela ser retirada do suporte de vida, disseram pesquisadores à Reuters Durante três dias, o novo rim foi anexado aos vasos sanguíneos e mantido fora de seu corpo, dando aos pesquisadores acesso a ele. Os resultados dos testes da função do rim transplantado 'pareciam bastante normais', disse o cirurgião de transplantes Dr. Robert Montgomery, que liderou o estudo.O rim fez 'a quantidade de urina que você esperaria' de um rim humano transplantado, disse ele, e não havia evidência da rejeição vigorosa e precoce vista quando rins de porco não modificados são transplantados em primatas não humanos O nível anormal de creatinina do receptor — um indicador de má função renal — voltou ao normal após o transplante, disse Montgomery. Nos Estados Unidos, cerca de 107 mil pessoas estão à espera de transplantes de órgãos, sendo que mais de 90 mil aguardam um rim, de acordo com a United Network for Organ Sharing. O tempo de espera para um rim é em média de três a cinco anos.Pesquisadores trabalham há décadas na possibilidade de usar órgãos animais para transplantes, mas têm sido instigados sobre como evitar a rejeição imediata pelo corpo humano A equipe de Montgomery estudou que mexer no gene do porco por um carboidrato que desencadeia a rejeição — uma molécula de açúcar, ou glicano, chamada alfa-gal — evitaria o problema. O porco geneticamente alterado, apelidado de GalSafe, foi desenvolvido pela United Therapeutics Corp's (UTHR) e aprovado pela Food and Drug Administration dos EUA, em dezembro de 2020, para uso como alimento para pessoas com alergia a carne e como fonte potencial de terapêutica humana.Os produtos médicos desenvolvidos a partir dos suínos ainda exigiriam aprovação específica da FDA antes de ser usados em humanos, disse a agência. Outros pesquisadores estão considerando se os porcos GalSafe podem ser fontes de tudo, desde válvulas cardíacas até enxertos de pele para pacientes humanos O experimento de transplante de rim da NYU deve abrir caminho para testes em pacientes com insuficiência renal em estágio terminal, possivelmente no próximo ano ou dois, disse Montgomery, que é um transplantado de coração. Esses ensaios podem testar a abordagem como uma solução de curto prazo para pacientes gravemente doentes até que um rim humano se torne disponível, ou como um enxerto permanente.O experimento atual envolveu um único transplante, e o rim foi deixado no lugar por apenas três dias, então quaisquer testes futuros provavelmente descobrirão novas barreiras que precisarão ser superadas, disse Montgomery. Os participantes provavelmente seriam pacientes com baixas chances de receber um rim humano e um prognóstico ruim sobre diálise.'Para muitas dessas pessoas, a taxa de mortalidade é tão alta quanto para alguns cânceres, e não pensamos duas vezes sobre usar novas drogas e fazer novos testes [em pacientes com câncer] quando isso pode lhes dar um par de meses a mais de vida', disse Montgomery Pela primeira vez, o rim de porco foi transplantado em um humano sem desencadear rejeição imediata pelo sistema imunológico do receptor, um avanço potencialmente grande que pode ajudar a aliviar uma terrível escassez de órgãos humanos para transplante. O procedimento, feito na NYU Langone Health, em Nova York, envolveu o uso de um porco cujos genes haviam sido alterados para que seus tecidos não contivessem mais uma molécula conhecida por desencadear rejeição quase imediata. O receptor era uma paciente com morte cerebral com sinais de disfunção renal cuja família consentiu com o experimento antes de ela ser retirada do suporte de vida, disseram pesquisadores à Reuters Joe Carrotta do NYU Langone Health/via REUTERS Copyright © Estadão. Todos os direitos reservados. COVID-19 PFIZER VACINA REFORÇO CORONAVÍRUS COMPARTILHE: Recomendado para você Aos 39, patrimônio de Adriano Imperador vai embaralhar sua mente PayDayVille Brazil | Patrocinado Os professores ficaram sem palavras ao ler essas respostas Desafiomundial | Patrocinado Nova Máscara KNIT Max95, realmente te protege! Proteção máxima para você e sua família KNIT | Patrocinado Últimas Pilar Olivares/Reuters - 18.06.2021 DO R7 / HÁ 31 MINUTOS Covid mata mais em bairros pobres de SP. 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